A história da Planta Feliz começa na década de 1940, quando o refugiado alemão Max Satzke viu neste pedaço de terra um lugar de possibilidades.
De suas mãos nasceram plantações, uma olaria e a criação de porcos, reflexo de um espírito empreendedor que atravessou gerações.
Hoje, esse mesmo solo abriga um novo ciclo: o de uma agricultura regenerativa e de um movimento que transforma resíduos em vida.
De um minhocário doméstico a um movimento pela compostagem.
A inquietação de Marina Camargo com o destino dos resíduos orgânicos começou ainda na infância. Anos depois, o hobby virou propósito e, junto de Adriano Sgarbi, bisneto de Max, eles transformaram o sítio em um laboratório vivo de sustentabilidade.
Assim nasceu a Planta Feliz, um espaço de educação ambiental, turismo sustentável e compostagem que inspira pessoas e empresas a repensarem sua relação com a natureza.
Como é um dia de visita no sítio.
Sustentabilidade na prática.
Em 2024, a Planta Feliz conquistou a licença ambiental da CETESB, tornando-se o primeiro pátio privado de compostagem da cidade de São Paulo, com capacidade para processar até 10 toneladas de resíduos por dia.
O sítio recebe visitantes, escolas e grupos corporativos em experiências imersivas, onde todos podem literalmente colocar a mão na terra e aprender sobre o ciclo da compostagem.
Além disso, abriga uma produção de agricultura familiar, trilhas interpretativas e eventos que fortalecem o turismo rural e a economia local.
Na Planta Feliz, cada resíduo vira renascimento e cada gesto ecoa futuro.
Venha conhecer o lugar onde a terra, o trabalho e o tempo se unem para transformar o que sobra em vida nova.
Destaques
- Primeiro pátio privado de compostagem de São Paulo
- Coleta e processamento de resíduos orgânicos
- Produção de adubos orgânicos (composto, húmus, terra vegetal e húmus líquido)
- Vivências pedagógicas e visitas técnicas
- Agricultura familiar e armazém com produtos locais
- Semana da Compostagem — evento anual de conscientização ambiental
